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Compositor destaca cabo-verdiano Ildo Lobo na projeção da morna

| Editoria Cultura | 21/10/2014

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O compositor cabo-verdiano Adalberto «Betu» Silva destacou esta segunda-feira o «grande contributo» do cantor Ildo Lobo, que morreu há dez anos, para a revitalização e projeção internacional da morna, o género maior do arquipélago.

Ildo Lobo nasceu a 25 de novembro de 1953 na localidade de Pedra de Lume, ilha do Sal, e morreu a 20 de outubro de 2004
(DR)

Em declarações à imprensa, o também deputado, que escreveu várias músicas que foram interpretadas por Ildo Lobo, recordou que cantor foi o responsável pela revitalização da morna cabo-verdiana, quando, em 1996, lançou o seu primeiro CD a solo, intitulado Nôs Morna, e inteiramente dedicado ao género musical.

«Ildo Lobo deu uma grande contribuição para que a morna não fosse esquecida, quando, em 1996, teve a coragem de lançar um CD composto só por mornas», recordou Betu Silva, para quem a obra de Ildo continua a ser muito lembrada e a servir de fonte de inspiração para a nova geração de músicos.

Quanto aos dez anos sem Ildo Lobo, Betu Silva indicou que isso se nota «mais fisicamente», porque as músicas continuam a tocar com muita frequência nas rádios e nas televisões cabo-verdianas e o músico tem sido alvo de várias homenagens.

O cantor e compositor, uma das vozes maiores da música cabo-verdiana, morreu há dez anos, deixando um misto de saudades e consternação, e a data é recordada no país com algumas atividades. Esta segunda-feira à tarde, o Ministério da Cultura cabo-verdiano promoveu no Palácio da Cultura, com o nome do cantor, uma homenagem denominada «SaudaDEZ do Ildo», com música, mostra de fotografias e testemunhos de várias pessoas. Também na tarde de ontem, um grupo de amigos voltou a reunir-se no Cemitério da Várzea, na Cidade da Praia, para depositar uma flor e prestar uma «singela homenagem».

Este ano, as comemorações do Dia Nacional da Cultura cabo-verdiana lembraram Ildo Lobo e os Correios de Cabo Verde emitiram um selo para homenagear o cantor. Nas redes sociais, os cabo-verdianos multiplicam-se em mensagens de pesar, orgulho e agradecimento pelo contributo que o cantor deu para a cultura cabo-verdiana.

Ildo Lobo foi lembrado também domingo com um concerto num dos hotéis da Cidade do Mindelo, ilha de São Vicente, que contou com as vozes de Constantino Cardoso, Edson Oliveira, Carmen Silva e Sandra Horta.

Na ilha do Sal, terra onde nasceu, até agora não está programada qualquer atividade oficial.

Ildo Lobo nasceu a 25 de novembro de 1953 na localidade de Pedra de Lume, ilha do Sal, e morreu a 20 de outubro de 2004, na capital cabo-verdiana, na sequência de uma queda, seguida de ataque cardíaco. O cantor ficou conhecido pela sua voz versátil e melódica, a sua poderosa presença em palco e a forma singular como cantava mornas, coladeiras e funaná, que fizeram dele um dos maiores intérpretes de sempre de Cabo Verde.

O conhecido intérprete cabo-verdiano foi uma das figuras de proa e vocalista dos Tubarões, grupo que marcou a música de Cabo Verde a partir da época da independência, a 5 de julho de 1975, até à década 1990.

Com os Tubarões, gravou oito discos num intervalo de 18 anos - Pepe Lopi (1976), Tchon di Morgado (1976), Djonsinho Cabral (1979), Tabanca (1980), Tema para dois (1982), Os Tubarões (1990), Os Tubarões ao Vivo (1993) e Porton d' nôs ilha (1994).

Ildo deu voz a compositores como Manuel d'Novas e Renato Cardoso e interpretou grandes mornas que marcaram a sociedade cabo-verdiana, como 5 de julho, Cabral Ká Morri e Porton d'nôs IlhaFez ainda carreira a solo, tendo gravado três discos: Nôs Morna (1996), Intelectual (2001) e Incondicional (2004) - que saiu depois da sua morte.

Também participou numa homenagem a Timor-Leste durante a«luta de independência deste país, com o funaná Ask Xanana.

Redação com Agência 

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