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Missão das Nações Unidas instalada na RCA

| Editoria Política | 15/09/2014

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A Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização na República Centro-Africana (MINUSCA) é instalada, oficialmente, esta segunda-feira, anunciou em comunicado o Gabinete da Comunicação e Informação Pública da Missão.

A missão vai iniciar as atividades com 7600 capacetes azuis no terreno, em vez dos 11 800 previstos pelo Conselho de Segurança
(DR)

Uma cerimónia oficial, que vai decorrer no quartel de Mpoko, perto de Bangui, consistirá numa transferência de responsabilidade entre a Missão Internacional de Apoio à República Centro-Africana liderada por África (MISCA) e a MINUSCA, precisa a nota de informação.

“A partir desta data, a MINUSCA começará a assumir inteiramente o seu caráter de operação de manutenção da paz, em conformidade com a Resolução 2149 do Conselho de Segurança de 10 de abril de 2014”, lê-se no documento.

Esta nova missão da ONU na RCA vai iniciar as suas atividades com um total de 7600 capacetes azuis no terreno em vez dos 11 800 previstos pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, segundo o Gabinete da Comunicação e Informação Pública da MINUSCA.

“Além do Estado-Maior de Bangui, a força da MINUSCA vai estabelecer três Estados-Maiores regionais em Bria, Bouar e Kaga-Bandoro. Cada um destes Estados-Maiores da região trabalhará nas principais localidades da zona militar para criar as condições de segurança. À medida que os efetivos aumentarem, vamos desdobrar mais companhias e pequenas equipas civis, caso necessário, para ajudar o Estado centro-africano a existir novamente na região”, sublinha o texto.

Na cerimónia de tomada de posse da MINUSCA marcam presença a Presidente de transição da RCA, Cathérine Samba Panza, a presidente da Comissão da União Africana, Nkosazana Dlamini-Zuma, o Secretário-Geral adjunto da ONU para as Operações de Manutenção da Paz, Hervé Ladsous, e o representante especial do Secretário-Geral das Nações Unidas na República Centro-Africana e chefe da MINUSCA, o general Babacar Gaye.

Desde março de 2013, a RCA vive violentos confrontos entre as milícias cristãs anti-Balaka e os antigos rebeldes de confissão muçulmana Séléka. Estas violências armadas fizeram milhares de mortos. Esta situação resulta da crise política que atravessa o país desde que Michel Djotodia, à frente da rebelião da Séléka, destituiu por um golpe de Estado o antigo Presidente, François Bozizé.

Para restabelecer a ordem e a paz no país, a Missão Internacional de Apoio à República Centro-Africana liderada por África (MISCA), composta por cerca de 6 mil homens, foi desdobrada no terreno desde dezembro de 2013. No mesmo período e com as mesmas missões, as forças francesas Sangaris, com cerca de dois mil homens, estão operacionais na RCA, às quais se juntaram em abril passado 750 soldados europeus da EUFOR-RCA.

Redação com Agência

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