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Sociedade

Cabo Verde lança campanha sobre a água e a reutilização dos resíduos sólidos

| Editoria Sociedade | 17/07/2014

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O Governo de Cabo Verde lançou uma campanha de boa gestão da água e reutilização dos resíduos sólidos, para promover o saneamento e mudanças de comportamentos no seio dos alunos e das famílias.

Para o primeiro-ministro, trata-se de um "grande programa" que vai apoiar as escolas, as famílias e as comunidades na melhoria das condições sanitárias
DR

A campanha, denominada "No campo e na cidade, saneamento é prioritário", Promosan, visa promover uma reforma no sector da água e do saneamento em Cabo Verde e garantir mais e melhores condições higiénicas às populações.

Com a iniciativa, cuja fase piloto foi promovida e lançada hoje numa escola do concelho de São Domingos, interior da ilha de Santiago, o Governo cabo-verdiano pretende tornar a criança e o aluno num agente de mudanças no seio da própria família e da comunidade, no que diz respeito ao saneamento do meio.

A escola Promosan, apoiada pela Cooperação Luxemburguesa, é um estabelecimento de ensino básico dotado de um módulo eco-sanitário e tecnológico, que prevê o aproveitamento das águas pluviais, a reutilização das águas residuais e um sistema de tratamento ecológico das águas com resíduos sólidos.

No ato de lançamento, o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, afirmou que se trata de um "grande programa" que vai apoiar as escolas, as famílias e as comunidades na melhoria das condições sanitárias.

"A partir de agora, o saneamento vai entrar na moda em Cabo Verde", considerou José Maria Neves, que apelou a um trabalho de "mãos dadas" entre o Governo, as autarquias locais, as Organizações Não Governamentais (ONG), associações de desenvolvimento comunitário, escolas, famílias e os cidadãos.

Segundo o governante, o programa Promosan vai permitir um nível de desenvolvimento mais justo e mais inclusivo no país, levando água e rede de esgotos aos locais onde não há e fazendo com que as pessoas mais carenciadas tenham acesso à água mobilizada de diferentes formas".

Na reforma deste setor em Cabo Verde, José Maria Neves destacou a criação recentemente da Agência Nacional de Água e Saneamento (ANAS), a empresa Aguabrava, que abrange as ilhas do Fogo e Brava, a Águas de Santiago, bem como outra empresa para a gestão dos resíduos sólidos que será criada em breve.

"Para melhorarmos a qualidade de vida das pessoas e darmos o salto precisamos necessariamente de ter um melhor acesso à água e saneamento em Cabo Verde", prosseguiu o primeiro-ministro, manifestando a esperança de que o programa chegue a todas as escolas do país e a todas as comunidades com maior défice de casas de banho e de acesso à água no país.

O governante sunlinhou que já foram atingidos "os Objetivos do Desenvolvimento do Milénio (ODM) no domínio da água e saneamento", mas "a ambição é ir muito mais longe e muito mais rapidamente", prometendo que, nos próximos dois/três anos, Cabo Verde vai dar um "grande salto" no domínio da mobilização da água, no acesso à água potável e ao saneamento básico.

Segundo dados oficiais, a população com água potável em Cabo Verde passou de 42% em 1990 para 91% em 2012, enquanto a população com acesso a um sistema de seguro de evacuação de águas residuais passou de 24% para 73,4% no mesmo período.

Redação com agência

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