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Sonangol abre investigação sobre navio retido na Malásia

| Editoria Empresas | 17/10/2019

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A empresa petrolífera Sonangol deu início a uma investigação com o objectivo de apurar a veracidade da informação segundo a qual o navio-sonda “Quenguela” teria sido retido pelas autoridades da Malásia, por ter ancorado sem autorização em águas territoriais daquele país desde 14 de Outubro.

A petrolífera esclarece que o navio-sonda Sonangol "Quenguela" é operado pela Sonadrill, uma joint-venture estabelecida entre a petrolífera angolana e a empresa Seadrill, com sede nas Bermudas, sendo gerido por esta.

Segundo a Sonangol, o navio se encontrava em fase de mobilização desde o estaleiro de Okpo, Coreia do Sul, onde foi construído pela Daewoo Shipbuilding and Marine EngineeringCo (DSME), até à sua entrada em águas territoriais angolanas.

A embarcação reúne toda a documentação necessária e possui uma tripulação qualificada de acordo com os padrões internacionais, disse a Sonangol.

No comunicado publicado na rede social Facebook, a Maritime Enforcement Agency da Malásia disse que o navio foi detectado a nove milhas náuticas (17 quilómetros) do largo de Tanjung Balau, com uma tripulação de 43 homens de várias nacionalidades, entre os 28 e os 57 anos.

Esta infracção pode ser punida com uma multa de 100 mil ringuites (21,6 mil euros) ou uma pena de prisão de até dois anos.

A companhia mantem-se expectante por uma comunicação das entidades oficiais ou das autoridades da Malásia. 

 

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