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Política

Sudão: Ex-presidente comparece ao tribunal para julgamento

| Editoria Política | 20/08/2019

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O antigo presidente do Sudão, Omar al-Bashir, que liderou o país durante três décadas, compareceu na segunda-feira,19, ao tribunal de Cartum onde foi julgado por corrupção.

Omar al-Bashir de 75 anos, detido na prisão de Cartum, foi informado pelo promotor que enfrenta acusações de "posse ilegal de divisas estrangeiras, corrupção e por ter recebido presentes ilegalmente".

O investigador da polícia sudanesa, Ahmed Ali, disse ao tribunal que o ex-presidente recebeu 90 milhões de dólares em dinheiro da Arábia Saudita. Al-Bashir informou que esse dinheiro foi "entregue por enviados de Mohammed Ben Salman", o príncipe herdeiro saudita.

No final de Abril, o comandante do Conselho de Transição Militar, general Abdel Fattah al Burhan, anunciou a apreensão do equivalente a 113 milhões de dólares (em diferentes divisas) na residência de Al-Bashir em Cartum.

Na altura, Abdel Fattah também informou que a polícia, o exército e os agentes de segurança encontraram sete milhões de euros, 350.000 dólares e cinco bilhões de libras sudanesas (93 milhões de euros) durante a operação.

Em Maio, o procurador-geral do Sudão anunciou que Al-Bashir também foi acusado de assassinatos cometidos durante as manifestações contra o regime que resultaram em sua queda. Mas o procurador não informou quando deve começar o processo por esta acusação.

As acusações mais graves contra Al-Bashir são as apresentadas pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio.

De acordo com a ONU, em 16 anos o conflito provocou mais de 300.000 mortos e deixou mais de 2,5 milhões de deslocados no Sudão.

O TPI exige há vários anos o julgamento de Al-Bashir e renovou o pedido após a sua queda.

Num comunicado publicado na semana passada, a Amnistia Internacional advertiu que o processo por corrupção não deveria desviar a atenção das acusações mais fortes que o presidente sudanês enfrenta em Haia.

A próxima audiência ficou marcada para sábado (24)

O ex-chefe de Estado foi deposto pelo exército em 11 de Abril depois que o seu governo triplicou o preço do pão.

 

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