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Moçambique pode entrar na lista dos maiores produtores de ouro do mundo

| Editoria Sociedade | 18/07/2019

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Moçambique é conhecido por ter vastos recursos minerais, entre eles o petróleo, gás e rubis. De acordo com uma pesquisa realizada pela Mwiriti Lda, uma das maiores mineradoras moçambicanas de pedras preciosas, Moçambique poderá ser uma das maiores produtoras de ouro de África e talvez do mundo.

A referida empresa conforma ter feito a descoberta da existência de grandes reservas de ouro na província de Cabo Delgado. Segundo revelou Azghar Faqhr, director-geral da Mwiriti Lda, “os primeiros recursos indicam uma reserva de ouro, cerca de seis vezes maiores do que foi descoberto na África do Sul”.

Além da quantidade de mineral existente, a reserva é considerada especial devido à ocorrência de ouro, com quase 100 por cento de pureza, e é tido como o mais alto grau do país, de acordo com garantias da mineradora.

“Ouro de Nairoto e de 22 quilates, isto é,  sai da terra com um grau de pureza entre 86 a 91 por cento, ultrapassando o que e explorado na província de Manica”, comparou Azghar Faqhr.

A reserva de ouro esta localizada no distrito de Montepuez, concretamente no remoto posto administrativo de Nairoto, onde já foi instalado um pequeno complexo mineiro no meio de uma densa floresta.

“Desde que iniciamos as pesquisas em 2015, já investimos cerca de 11 milhões de dólares Norte Americanos, parte dos quais, mais da metade  aplicados na aquisição e instalação de equipamentos no local da futura planta de processamento de ouro de Nairoto”, disse Azghar.

Actualmente, segundo apurou “O País”, decorre o processamento do primeiro material extraído durante a fase de pesquisas, e que vão servir para avaliar o verdadeiro potencial de ouro existente e determinar o investimento final a ser realizado em Nairoto.

Segundo explicou o engenheiro da planta, “ainda estamos numa fase experimental, e este equipamento instalado tem a capacidade de processar apenas 5 toneladas por hora, mas na fase de exploração projectamos cerca de 50 mil toneladas por hora”.

Cerca de 160 trabalhadores, na sua maioria moçambicanos e nativos do Posto de Nairoto, vivem e trabalham no complexo mineiro desde que iniciou o projecto. Começaram durante as pesquisas e hoje, enquanto uns processam o mineral, outros estão ocupados em cuidar da logística do acampamento mineiro, onde tem água luz e o mínimo conforto de uma casa.

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