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Economia

FMI apoia reformas para crescimento económico de Cabo Verde

| Editoria Economia | 17/07/2019

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) apoia os esforços do Governo cabo-verdiano na implementação das reformas com vista ao crescimento da economia do país, anunciou o diretor-adjunto da instituição, Tao Zhang.

Para o efeito, Tao Zhang, que vai permanecer, até ao dia 20 de julho em Cabo Verde, assinou na segunda-feira, na cidade da Praia, um acordo de apoio técnico com o Governo, representado nesta cerimónia pelo vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olava Correia.

Falando numa conferência de imprensa, no final da cerimónia, o diretor-adjunto do FMI elogiou os indicadores económicos do país, que "são muito melhores do que os dos seus pares".

Porém, reconheceu que "muito mais será necessário fazer, não só para reformas estruturais, como também para se garantir um desenvolvimento económico mais sustentável".

Disse haver desafios que ainda precisam de ser ultrapassados, com vista à proteção dos mais vulneráveis e à redução dos níveis da pobreza.

Segundo afirmou, o FMI apoia as reformas que o Governo cabo-verdiano se comprometeu a implementar, nomeadamente ao nível das finanças públicas, do setor empresarial do Estado e da melhoria do ambiente de negócios.

"O FMI compromete-se a trabalhar com o país neste empreendimento", reforçou, sublinhando o "bom relacionamento" da instituição com Cabo Verde.

Do seu lado, Olavo Correia lembrou que o executivo cabo-verdiano e o FMI têm tido "um diálogo permanente" e que, atualmente, o país não necessita de qualquer apoio financeiro da parte da instituição, mas antes um apoio às reformas em curso.

Recordou ainda que é intenção do Governo duplicar, numa década, o rendimento per capita (por habitante) e promover um crescimento da economia superior a sete por cento, objetivos para as quais disse contar com o apoio do FMI.

Segundo o governante, apenas três países beneficiaram, até agora, deste programa, designadamente a Sérvia, o Rwanda e as ilhas  Seicheles.

"É um programa que premeia o desempenho do Governo até agora", acrescentou ainda Olavo Correia.

Segundo o governante, a entrada em vigor deste programa, que não prevê qualquer suporte financeiro por parte do FMI ou qualquer reajustamento financeiro, marca o início de "um novo quadro no relacionamento com o Fundo Monetário Internacional.

Acrescentou que o mesmo vai ajudar o governo a implementar políticas, tendo em vista "a melhoria do ambiente de negócios, a diversificação da economia e a promoção das exportações".

"O FMI acredita no futuro de Cabo Verde e que o investimento privado é o veículo ideal para desenvolver o país", destacou Olavo Correia.

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