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Ambiente

Tanzânia: presidente tenta tranquilizar ambientalistas sobre importância da barragem de Selous

| Editoria Ambiente | 10/07/2019

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O presidente da Tanzânia, John Magufuli, tentou nesta quarta-feira,10, tranquilizar os ambientalistas de que a construção da barragem eléctrica na reserva natural de Selous, um Património Mundial da UNESCO, ajudaria a proteger o ecossistema.

"Eu gostaria de tranquilizar a todos, este projecto visa promover o meio ambiente", disse o presidente Magufuli, argumentando que com a electricidade produzida pela barragem, a população local não precisaria mais cortar madeira na floresta para cozinhar.

Com uma capacidade de 2.100 megawatts, a usina deve ser construída no rio Rufiji, na reserva Selous (sul), conhecida por seu rico e vasto ecossistema.

A construção da hidroelétrica está a cargo das empresas egípcias, Arab Contractors e El Sewedy Electric que ganharam o concurso e assinaram o contrato nesta quarta-feira (10) em Dar es Salaam, na presença do presidente John Magufuli e do primeiro-ministro egípcio Mostafa Madbouli.

Este projecto, numa das maiores reservas de África, provocou fortes críticas de ambientalistas e da Unesco, que repetidamente pediu o cancelamento, dizendo que é "incompatível" com o status de Património Mundial.

"Aqueles que dizem que não gosto do meio ambiente são me surpreendem ", disse o presidente tanzaniano, acrescentando que um terço da terra da Tanzânia é uma terra protegida.

"Além disso, é apenas uma pequena parte da reserva, 3% da área total da reserva", disse o presidente durante a inauguração do novo parque nacional Burigi-Chato, no noroeste do país.

A Tanzânia é um país onde o acesso à electricidade é um dos mais limitados do continente, apesar da enorme potencial de energia.

Numa carta dirigida no ano passado ao presidente Magufuli, o director-geral da Unesco, Audrey Azoulay, temia que a barragem "poderia ter um impacto devastador e irreversível sobre o ecossistema único do Selous."

Esquecido por um tempo, este projecto com mais de 50 anos, ressurgiu após a eleição do presidente Magufuli no final de 2015, que pretende torná-lo uma das principais realizações do seu mandato.

A caça furtiva, a mineração e a falta de financiamento são as outras ameaças enfrentadas. O parque de Selous, cobrindo 50.000 km2, abriga uma das maiores concentrações do mundo de elefantes e rinocerontes negros.

 

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