Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Agosto de 2019

ÁFRICA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA EM ÁFRICA, UMA BOMBA AO RETARDADOR

ÁFRICA

O PARADIGMA PARTICULAR DA DEMOGRAFIA VERSUS DESENVOLVIMENTO

ANGOLA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA UMA BOMBA DE EFEITO RETARDADO

EUROPA

O PESADELO DEMOGRÁFICO QUE ASSOMBRA A EUROPA

MOÇAMBIQUE

POR ALGUNS DÓLARES MAIS

MUNDO

MUDANÇAS CLIMÁTICAS PODEM ENGENDRAR “APARTHEID GLOBAL”

VENEZUELA

O CAPCIOSO RELATÓRIO BACHELET

ÁFRICA

RUMO A UMA ÁFRICA INTEGRADA E PRÓSPERA

Economia

Zimbabwe: Governo anuncia venda de reserva de marfim avaliada em 600 milhões de dólares

| Editoria Economia | 26/06/2019

-A / +A

Imprimir

-A / +A

O Governo do Zimbabwe anunciou na terça-feira 25, a intenção de vender a reserva de marfim de elefante e de rinoceronte do país, avaliada em 600 milhões de dólares para financiar os parques nacionais.

“Se pudéssemos vendê-los em condições aceites por todos, os lucros da venda seriam suficientes para financiar os nossos esforços de protecção nas próximas duas décadas”, disse o presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa.

O presidente Emmerson Mnangagwa ao intervir na abertura da conferência sobre “ vida selvagem” em Victoria Falls, referiu que o país continua a exigir o livre comércio de produtos de caça pelo “impacto significativo” nas economias nacionais e locais de vários países.

Diversos países da África Austral têm feito pressão internacional a favor do levantamento da proibição total do comércio de marfim, introduzida em 1989 para proteger os animais da caça furtiva.

O objectivo é que os elefantes sejam incluídos na lista dois da Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas, o que permitiria a venda das suas presas sob certas condições, incluindo troféus de caça.

Países como o Botswana, que voltou a permitir a caça de elefantes justificam a decisão da suspensão a crescente dificuldade de convivência entre seres humanos e os animais.

Outros, como o Zimbabwe, esperam obter com a venda do marfim os meios necessários para manter os parques naturais.

“Estamos a promover um sistema em que os benefícios crescentes dos recursos naturais melhorariam a qualidade de vida das comunidades e dos animais”, reforçou.

No entanto, está decisão tem sido fortemente criticada pelas organizações não-governamentais de defesa de animais selvagens que acreditam que uma luz verde à venda de marfim ameaçaria os esforços de protecção desenvolvidos durante décadas.

Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, nos últimos dez anos a população de elefantes africanos caiu de 110 mil para 415 mil exemplares. Cerca de 40 mil elefantes africanos são mortos em caça furtiva todos os anos.

 

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade