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Sociedade

Polícia de Moçambique acusa garimpeiros de financiarem ataques armados

| Editoria Sociedade | 27/05/2019

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"Algumas das pessoas que estão a promover guerra nalguns distritos de Cabo Delgado eram garimpeiros aqui em Montepuez, estavam como cabecilhas daqueles criminosos que pegavam a pedra preciosa, rubi e outras, e iam entregar aos jovens que depois levavam para fora do país", anunciou o comandante-geral da polícia, Bernardino Rafael.

Durante um encontro com a população do bairro de Mirige, em Montepuez, o comandante-geral da PRM disse que "com ódio, quando fizemos uma operação contra o garimpo, viraram inimigos e começaram a combater-nos" e provocar desestabilização.

Bernardino Rafael fazia alusão às detenções de garimpeiros ilegais no início de 2017, meio ano antes do primeiro ataque armado, em Mocímboa da Praia, em Outubro do mesmo ano.

O distrito de Montepuez fica no interior da província, afastado da zona costeira, que tem sido palco dos ataques de grupos armados que já terão matado, pelo menos, 150 pessoas.

No entanto, as motivações e os mentores da violência têm sido motivo de especulação.

As próprias autoridades anunciaram pela primeira vez, em Dezembro de 2017, que tinham identificado cabecilhas e há um mês condenaram à prisão 37 dos 189 acusados de violência em Cabo Delgado, mas os ataques têm continuado.

"Nós temos que ser vigilantes para desmantelar, denunciar essas pessoas que transferem valores por sistemas de transferência de dinheiro por telemóvel, "aqui de Montepuez, para os malfeitores", pediu Bernardino Rafael.

O líder da polícia apelou também à vigilância "daqueles que querem recrutar jovens para as fileiras dos malfeitores".

"Só a partir do desmantelamento das cidades ou das vilas, e sobretudo aqui [em Montepuez], podemos controlar aqueles indivíduos que matam e queimam residências dos moçambicanos", concluiu.

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