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Saúde

Kinshasa: Ébola faz mais de mil mortos na RD Congo

| Editoria Saúde | 06/05/2019

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 Mil e oito pessoas morreram de  Ébola, na República Democrática do Congo (RDC), desde a declaração da epidemia, a 1 de Agosto de 2018,  nas províncias do Kivu-Norte e do Ituri, indica um comunicado oficial transmitido à PANA, em Kinshasa.

Deste total, 942 são de casos confirmados e 66 de casos prováveis, precisa a nota do Ministério congolês da Saúde sobre a situação epidemiológica da doença.  

Só na sexta-feira, foram registados 14 mortos, incluindo sete casos comunitários, dos quais dois em Katwa, Beni e Mabalako cada e um em Musienene, e sete no Centro de Tratamento de Ébola (CTE), incluindo três em Mabalako, dois em Butembo e tantos em Katwa.

Segundo o Ministério da Saúde, 19 novos casos confirmados de Ébola foram registados, sexta-feira, incluindo sete em Beni,  seis em Katwa, três em Mabalako, um em Musienene, um em Kalunguta (Kivu-Norte) e um em Mandima (Ituri), além de um paciente que foi tratado e saiu do CTE de Beni.

Desde a declaração da epidemia, houve igualmente 422 pessoas tratadas, enquanto 270 casos suspeitos estão sob investigação.

Esta epidemia, que afectou essencialmente o nordeste da RDC, nas províncias de Kivu-Norte e do Ituri, foi declarada a 1 de Agosto de 2018 pelo ministro da Sáude, Oly Iiunga Kalenga, uma semana depois do surto da doença de Maio a Julho de 2018, na província de Equador, no noroeste da RDC.

O Governo congolês intensificou a resposta contra este vírus, mas a insegurança crescente nesta parte do país e os ataques directos bem como a desconfiança da população local a respeito da ajuda complicam as actividades de reposta.

Actualmente, a OMS (Organização Mundial da Saúde) suspendeu as suas actividades de resposta depois do assassinato, a 19 de Abril de 2019, do médico Richar Mouzoko, epidemiologista da OMS, de nacionalidade camaronesa, engajado na luta contra o Ébola.

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