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Especial Brasil Eleições

Bolsonaro manifesta preocupação com reflexos da crise na Venezuela nos combustíveis

| Editoria Especial Brasil Eleições | 03/05/2019

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O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse na quarta-feira,01, que o Governo está o Governo  preocupado  com o impacto da crise da Venezuela nos preços dos combustíveis.

 “Uma preocupação existe sim, com essa acção e com embargos, o preço do petróleo a princípio sobe. Temos que nos preparar, dada a política da Petrobras [de seguir os preços do mercado internacional] e de não intervenção de nossa parte mas poderemos ter um problema sério dentro do Brasil como efeito colateral do que acontece lá”, disse o presidente.

A Venezuela é um grande produtor de petróleo e sofre com sanções econômicas e embargos de diversos países, liderados pelos Estados Unidos, à commodity.

De acordo com Jair Bolsonaro, o Governo está atento para “nos anteciparmos a problemas de fora que venham de forma grave para dentro do Brasil”.

O presidente Jair Bolsonaro falava à imprensa sobre a crise na Venezuela, após reuninir com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, para avaliar a situação política no país vizinho e os reflexos no Brasil.

 O encontro, no Ministério da Defesa, em Brasília, contou ainda com a presença dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, e com os comandantes das Forças Armadas.

A partir da divulgação do anúncio de Juan Guaidó pelas redes sociais, venezuelanos contrários e favoráveis a Maduro foram às ruas. O Palácio do Planalto tem acompanhado com atenção a situação na Venezuela, mas descarta uma intervenção militar no país vizinho. “A possibilidade  de intervenção é próxima de zero [Outros actores estão nesse circuito, Estados Unidos e Rússia. Estamos preocupados porque temos reflexos”, disse o presidente Bolsonaro.

O presidente brasileiro elogiou a tentativa de golpe liderada por Guaidó e disse que há, sim, uma fissura nas forças armadas venezuelanas que apoiam o governo de Maduro. “Existe uma fissura, sim, que cada vez mais se aproxima das cúpulas das forças armadas. Então existe a possibilidade do governo ruir pelo fato de alguns da cúpula passarem para o outro lado”, disse.

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