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Saúde

Zimbabwe: Médicos em greve denunciam morte de pacientes por escassez de medicamentos e equipamentos

| Editoria Saúde | 14/03/2019

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Os médicos zimbabweanos denunciaram na quarta-feira, 13, que os pacientes do maior hospital público do Zimbabwe estavam a morrer devido à falta de medicamentos e suprimentos básicos.

Num raro protesto da equipa médica, dezenas de médicos fizeram piquetes no lado de fora do hospital Parirenyatwa alegando que só tratariam casos de emergência e pediram ao governo que fornecesse o equipamento necessário para o trabalho.

“ Apenas vejo pacientes, faço um diagnóstico e mando-os embora para que morram”, disse o oncologista ginecologista Bothwell Guzha, acrescentando que o hospital não tinha remédios para tratar doenças oncológicas.

Numa reunião com o ministro da saúde, Obediah Moyo, os médicos enumeraram a falta de analgésicos e seringas e disseram que as enfermeiras precisavam lavar e reutilizar as ligaduras aumentando o risco de infecção.

Os médicos revelaram que Moyo prometeu que o governo aceleraria a compra de equipamentos e outros suprimentos médicos.

No início do ano, os médicos realizaram uma greve de 40 dias, exigindo melhores salários e condições, que prejudicou os hospitais públicos. A greve acabou sem chegar a um acordo e com os médicos a ameaçar outras paragens.

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