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A África é segunda no ranking mundial da desflorestação

| Editoria Sociedade | 13/02/2019

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                                                                                                                                                                                                                                  Por Mário Pedro

A África ocupa o segundo lugar no ranking mundial da desflorestação – a seguir à região da Amazónia, na América do Sul – com cerca de três milhões e 400 mil hectares de florestas perdidas anualmente.

GLOBALMENTE FALANDO, o mundo perdeu, ao longo dos últimos 25 anos, uma área florestal do tamanho da África do Sul — 129 milhões de hectares, segundo estimativas da ONU.

O continente é detentor da segunda maior floresta equatorial do mundo – a Floresta do Congo, localizada na África Central e que abrange sete países: República do Congo, República Democrática do Congo, República Centro Africana, Camarões, Guiné Equatorial e Gabão.

É considerada das mais antigas e a segunda maior floresta tropical do mundo, depois da Floresta Amazônica. Estende-se por uma área total de aproximadamente 1.800.000 km2, com uma vastíssima biodiversidade.

Abriga mais de 10 mil espécies vegetais, em que se destacam árvores de grande porte, como as palmeiras, o cedro vermelho, o mogno e o carvalho, bem como imponentes mamíferos como elefantes, leões, búfalos, zebras, girafas, gorilas e chimpanzés.

O ritmo de desmatamento das florestas tropicais é acelerado e assustador. Hoje, ele é responsável por 1/5 de todas as emissões de gases na atmosfera. A emissão de gases é o principal causador do efeito estufa, que gera o aquecimento da Terra.

Para além de alguma causa natural, o desmatamento deriva, sobretudo, da actividade humana, que vai desde a agricultura e pecuária (responsável por 80% disso), exploração comercial da madeira à urbanização (expansão das cidades).

Trata-se de um dos ecossistemas mais ameaçados do planeta e, segundo as últimas pesquisas, a Floresta do Congo tem apresentado as maiores taxas de desflorestamento do mundo, com as populações que a circundam a apresentarem elevadas taxas de pobreza.

(Leia o artigo na integra  na edicção nº136 da Revista África21, mês de Fevereiro)

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