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Central sindical do Mali ameaça greve a partir de 9 de Janeiro

| Editoria Sociedade | 28/12/2018

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A União Nacional dos Trabalhadores do Mali (UNTM), a maior central sindical do país, ameaça decretar uma greve de 72 horas, a partir de 9 Janeiro próximo, se o Governo não satisfizer as suas exigências antes desta data.

O pré-aviso de greve introduzido pela UNTM contém 12 pontos de reivindicações para a melhoria  das condições de vida e de trabalho dos trabalhadores.

Também denuncia a falta de vontade por parte do Governo na execução dos acordos concluídos a 28 de Outubro de 2014 e do seu caderno de encargos depositado desde 2 de Maio de 2018.

A central sindical reclama, entre outros, pela integração dos contratuais na função pública, pela revisão das convenções colectivas mineiras, pela transposição do valor indiciário de 2014 em termos de aumento de salários no sector privado, e pela melhoria das tabelas salariais aplicadas no sector privado, em conformidade com as percentagens obtidas na nova tabela dos funcionários.

A UNTM pede medidas para diminuir a carestia da vida e denuncia a violação da liberdade sindical nos sectores público e privado.

O estabelecimento de mediação entre a  função pública e colectividades e vice-versa, a adopção de uma política verdadeira que assegure a garantia dos empregos, nomeadamente durante recrutamentos, por um lado, e, por outro, pela protecção das produções das unidades industriais, jovens fazem igualmente parte das reivindicações  da UNTM.

O mesmo sucede em relação ao relançamento do caminho-de-ferro, a extensão do subsídio de zona a novas zonas de ricos e a adopção duma política de recrutamento em massa dos jovens.

Enquanto isso, trabalhadores ferroviários malianos estão em greve de fome desde 19 de Dezembro corrente para reclamarem pelo pagamento de nove meses de salários em atraso.

Segundo o secretário-geral do Sindicato da Rede Ferroviária (SYTRAIL), Thienta, quatro dentre eles já foram evacuados inanimados, com urgência, para o Hospital Gabriel Touré, em Bamako.

"Desde o início da greve da fome dos trabalhadores ferroviários, nenhuma delegação oficial do Governo julgou oportuno visitar-nos, além da sociedade civil", lamentam agentes da Autoridade dos Caminhos-de-Ferro do Mali.

Para que se encontre uma solução rápida, os sindicalistas convidaram diferentes camadas sociais do país, nomeadamente religiosos, a intervirem.

"Se o Estado não reagir, pretendemos intensificar as nossas acções. Em breve, as nossas famílias vão juntar-se a nos na estação ferroviária", ameaçou Thienta, lamentando que o Governo, que prometeu pagar dois dos nove meses em atraso, ainda não tenha feito nada até ao momento.

Há vários anos, o Caminho de Ferro Dakar-Níger está confrontado a uma grave crise, devido a factores diversos, nomeadamente seus meios rolantes vetustos e inoperantes e a interrupção completa do tráfico ferroviário entre Bamako e Kayes (oeste), e entre Bamako e Dakar, a capital do Senegal.

A nova administração instalada tem dificuldades em arrancar, sublinha o sindicato da ferrovia.

 

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