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Guerras comerciais e desordem mundial

| Editoria Artigo | 20/12/2018

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Por Nathalie Ahmed

O PRESIDENTE Donald Trump não acredita numa economia em que todos ganham, mas acredita que os mais espertos e audazes merecem a fortuna que conseguiram amealhar e os poderes que ela confere sobre o resto da humanidade.

Ele, os milhões de eleitores americanos que o elegeram e a maioria dos cidadãos dos Estados Unidos querem que o seu país recupere o lugar que era seu em 1945, quando representava mais de metade do PIB mundial. Se em 2014 os EUA não representavam mais do que 22,2% do PIB mundial, ultrapassados pela União Europeia (23,8%) e ameaçados pela China em rápida ascensão (13,4%) lhes parece evidente que fizeram um “mau negócio” e que as regras do jogo devem ser alteradas.

2018 é o ano em que o resto do mundo descobriu o sentido das palavras de ordem da campanha presidencial de Trump, “Make America Great Again” e “America First”. Significam que para conquistar o primeiro lugar no pódio planetário e conservá-lo, os Estados Unidos devem crescer mais que os seus rivais e impedi-los de enriquecer “às suas custas”. Segundo Trump, os Estados Unidos foram demasiado brandos e deixaram-se explorar. A lista dos agravos e “prejuízos”, alegadamente sofridos, era e é infindável. Foram os aliados, da NATO e outros, que fizeram recair sobre os EUA e as suas Forças Armadas o peso e os custos da sua defesa; foram os exportadores, europeus e asiáticos, que inundaram o mercado americano com os seus produtos; os países em desenvolvimento – com a China à cabeça – que arruinaram as indústrias americanas com as deslocalizações de produções destruidoras de empregos e o «roubo» das tecnologias mais inovadoras….

 

{Leia o artigo na integra  na edicção 135 da Revista África21, mês de Dezembro}


 

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