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Emissão de Eurobonds de Angola premiada em Londres

| Editoria Economia | 14/12/2018

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A operação Palanca 2, que designa a segunda emissão de Eurobonds levada a cabo pelo Estado Angolano, nos mercados financeiros internacionais, realizada em Maio, acaba de ser considerada a melhor emissão soberana do ano de 2018.

Numa nota de imprensa distribuída em Luanda, o Ministério das Finanças refere que o galardão será entregue em Março de 2019, durante um evento a ter lugar em Londres, e é uma iniciativa da GFC, um grupo internacional especializado em informação financeira.

O Ministério das Finanças recorda que, em resultado da operação Palanca 2, o Estado angolano captou recursos na ordem dos 3,5 mil milhões de dólares.

A primeira parcela, com maturidade de 10 anos e com um valor nominal de 1.750 milhões de dólares, foi emitida com uma taxa de juro do cupão fixada em 8,25%. A

segunda, com maturidade de 30 anos e um valor nominal de 1.250 milhões de dólares, foi emitida com uma taxa de juro do cupão fixada em 9,375%.

Em Julho passado, face à grande procura registada, Angola usou a prerrogativa de reabrir esta emissão e, de modo complementar, captou 520 milhões de dólares, inscritos na parcela cuja maturidade se estende até 2048.

O Ministério ressalta que a confiança manifestada pelos investidores internacionais levou a que Angola emitisse, pela primeira vez, um título no mercado internacional com maturidade de 30 anos, juntando-se assim à África do Sul e à Nigéria, os únicos países da África Subsahariana a emitirem um título com essas características.

Os fundos dos Eurobonds estão a ser utilizados para despesas orçamentais, com especial destaque para o financiamento de projectos estruturantes e de impacto inscritos no Programa de Investimentos Públicos do Orçamento Geral do Estado (OGE), com ênfase para infra-estruturas de apoio à diversificação da actividade produtiva.

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