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“Um golpe de Teatro: História do Teatro Congolês”

| Editoria Destaque | 20/11/2018

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Gaston Mbemba Ndoumba, autor de vários livros publicados pela Harmattan, lançou recentemente “Um Golpe de Teatro; História do Teatro Congolês”. Numa centena de páginas, M'bemba-Ndoumba escreve que o teatro congolês ganhou notoriedade aos olhos do público devido ao trabalho sem tréguas de Guy Menga, que em 1967-1968 ganha dois prémios em competição de drama. As suas duas peças (Marmite e Oracle da Koka Mbala) são encenadas várias vezes no Canadá e noutras paragens mundiais. 

 Segundo o autor, o teatro congolês tornou alguns actores conhecidos internacionalmente, como Pascal Nzonzi e Gilbert Massala Saladin. Esse momento na cultura teatral se desenvolve alguns anos depois, quando entra no ambiente escolar e, especialmente, no ensino médio.  De 1979 a 90, o teatro congolês brilha com três grandes nomes (Sony Lab'ou Tansi, Emmanuel Dongala e Matondo Kubu Ture). Três grandes nomes, três estilos em drama.

 Para os grupos emergentes no Congo a partir dos anos 80, o teatro devia criar um efeito de surpresa (golpe de teatro), interrompendo a ordem – ou a desordem? – dos poderes políticos que não estão à altura das expectativas das pessoas, surpreendendo aqueles que acreditam ter a mão nas consciências.

 

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