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PURGA NA GUINÉ-EQUATORIAL

| Editoria Destaque | 20/11/2018

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O presidente da Guiné-Equatorial, Theodore Obiang Nguema, expulsou 42 dos seus militantes, dentre eles vários quadros do regime, pela alegada participação na tentativa de golpe de Estado que o regime diz ter abortado em 2017, informou a AFP citando um comunicado do partido no poder.

“O partido Democrático da Guiné-Equatorial (PDGC) decidiu expulsar os seus irmãos militantes, pela sua tentativa de desestabilização da Guiné Equatorial, perpetrada em 24 de Dezembro último, com a participação de mercenários e terroristas estrangeiros”, anunciou o Conselho de Disciplina do partido num comunicado distribuído à comunicação social em Malabo, a capital.

Entre as personalidades expulsas, figura o antigo embaixador equato-guineense no Tchade, Enrique Anguelosono, o ex-director da segurança do presidente Obiang, Julius Ondo Nkumure, um antigo juiz do Tribunal de Bata, Ruben Clemente Nguema, assim como outro juiz Martin Obiang e o filho do ministro do Interior, Clemente Onguene. O partido da oposição equato-guineense, Convergência para a Democracia Social (OPDS), anunciou que a tentativa de golpe de Estado foi organizada no seio do partido no poder, o que confirma o descontentamento em relação à má política do regime de Obiang.

Nos princípios de Janeiro deste ano, Malabo tinha anunciado que a tentiva de golpe de Estado, que levou à prisão numerosos quadros da oposição, teve ajuda de mercenários oriundos do Tchade, República Centro-Africana, Camarões e Sudão, que se encontram na prisão a aguardar julgamento. O ministro da Segurança, Nicolas Obama Nchama, tinha na altura afirmado que os “mercenários presos” tinham “sido contactados por militantes do partido da oposição radical, com o apoio de certas potências estrangeiras”. O processo judicial deverá ocorrer em Fevereiro de 2019, segundo fontes governamentais bem informadas, enquanto decorrem discretamente negociações para extradição dos cidadãos estrangeiros envolvidos.

 

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Um dos maiores produtores de petróleo na costa oeste africana, com uma população de pouco mais de 1 milhão de habitantes, a Guiné-Equatorial detém o maior produto per-capiata do continente africano, o que não impede que seja um país com enormes desigualdades sociais, ocupando o 144º lugar no ranking do Índice do Desenvolvimento Humano das Nações Unidas.

Segundo a revista Forbes, o presidente Theodoro Nguema é o 6º homem mais rico do mundo, o seu filho Theodorino, há pouco tempo apontado como vice-presidente, é uma personagem conhecida internacionalmente pelo luxo e ostentação que frequentemente fazem os títulos de imprensa.

 

Antiga colónia espanhola, a Guiné Equatorial tornou-se independente em 1968, tendo sido governada pelo ditador Francisco Macias Nguema até 1979, para ser deposto pelo seu sobrinho e presidente actual Theodoro Nguema, que o mandou executar.

Em 2004, uma tentaiva de golpe de estado, provou o envolvimento do filho de Margareth Thatcher, Mark Thatcher, que este temporariamente preso em Malabo.

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