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ALI BONGO ONDIMBA GANHA MAIORIA ABSOLUTA

| Editoria Destaque | 20/11/2018

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O partido do presidente gabonês, Ali Bongo Ondimba, ganhou a grande maioria dos lugares na Assembleia Nacional nas eleições legislativas que tiveram lugar em 27 de Outubro, com 98 dos 143 lugares no parlamento. O candidato Jean Ping resolveu boicotar as eleições e os outros partidos da oposição tiveram, de forma geral, resultados medíocres.

A grande novidade dessas eleições foi a incapacidade dos partidos da oposição de fazer frente ao Partido Democrático Gabonês no poder. Sem a participação de Jean Ping, o concorrente da oposição mais votado foi o Partido dos Democrático Gabonês, de Guy Nzomba –Ndama, que obteve 11 assentos no parlamento, tendo os outros partidos ganho insignificantes “migalhas” no pleito eleitoral.

O boicote da força política de Jean Ping não jogou a seu favor, tendo alguns especialistas da política gabonesa considerado que a sua não participação nas eleições o remete para um maior isolamento, e mesmo para um inevitável crepúsculo do cenário político do futuro, embora ele se considere ainda “o presidente eleito” nas eleições de 2016.

No campo da maioria presidencial, todos os “pesos pesados” foram eleitos ou reeleitos, com resultados impressionantes. O primeiro-ministro Emmanuel Issoze-Ngandet obteve 89,57%, ao passo que o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e do Interior Pacôme Bondeya foi eleito com 91,7% de votos, na mesma esteira de outras figuras do partido no poder.

A filha mais velha de Ondimba, Nelika Bongo, foi eleita com 99%, na circunscrição de Bongoville, terra natal do “clã Bongo”, que embora pertença ao secretariado político do partido, se tornou célebre pelo relançamento do concurso de “Miss Gabon”.

A oposição bastante dividida e incapaz de esboçar uma estratégia de coligação clama que as eleições foram marcadas por fraude, que levou à retirada do partido de Jean Ping. Recorde-se que nas últimas eleições legislativas de 2012, o partido o PDG conseguiu mais de 100 lugares no total de 120, o que de uma certa maneira geral confortam os resultados actuais com a mesma direcção de voto.

As eleições legislativas, que foram várias vezes adiadas, constitui o primeiro escrutínio importante depois das eleições presidenciais de 2016, que foram marcadas pela violência em Libreville.

 

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