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A agricultura africana clama por uma justiça climática

| Editoria Ambiente | 11/03/2017

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A seca afeta a totalidade do Corno de África e ameaça a sobrevivência de 17 milhões de pessoas, avisou no início de fevereiro a FAO, agência da ONU para a Agricultura e a Alimentação. Após dois anos de fraca produção agrícola devido ao fenómeno «El niño», as chuvas não chegaram no final de 2016, e as próximas colheitas serão 50% a 75% inferiores à média. Os países mais afetados são Somália, Etiópia e Quénia, onde foi declarado o estado de catástrofe. Mas a situação é também preocupante no Sudão do Sul, no Darfur e no sul do Uganda, agravada pela violência armada e o afluxo de três milhões de refugiados.


Na África Austral, a crise provocada pela pior seca dos últimos 35 anos está longe de estar debelada. A ONG Care estimava, no passado mês de janeiro, que o número de pessoas a precisar de ajuda alimentar era de 40 milhões. Madagáscar. Malawi e Moçambique são os países mais flagelados, mas Zimbabué, Botswana, Angola foram também afetados.

A região que esperava que 2017 fosse um ano de recuperação enfrenta desde novembro uma nova calamidade, a lagarta legionária, que se propaga como fogo no capim e devasta os campos de milho e dezenas de outras culturas: soja, arroz, algodão e cana-de-açúcar. Reunidos de emergência em Harare a 14 de fevereiro, por iniciativa da FAO, os responsáveis das políticas agrícolas da Zâmbia, Zimbabué, Malawi, Moçambique, Namíbia e África do Sul refletiram sobre um plano de emergência para travar a praga que entretanto alastrou a Angola e à RDC. Importada das Américas, onde se tornou resistente, esta lagarta só pode ser destruída deitando-se fogo aos campos infetados. A Zâmbia, país mais afetado, teve de fazer intervir a tropa face ao desespero dos camponeses.

Nicole Guardiola

Artigo integral na edição inmpressa nº 116 da revista ÁFRICA21 (Março 2017)

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