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Governador do BNA anuncia melhorias no sistema financeiro em Angola

| Editoria + Angola | 10/12/2016

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O Banco Nacional de Angola (BNA) vai pedir no próximo mês de janeiro ao Banco Central Europeu (BCE) para avaliar a equivalência da supervisão bancária do banco central angolano. A informação foi avançada em Londres, durante uma conferência realizada no Instituto Real de Relações Internacionais (Chatam House), pelo governador do BNA, Valter Filipe.


Ele mostrou-se confiante que o banco central angolano vai alcançar esse objetivo, que é crucial para que os bancos angolanos possam ter novamente acesso normal ao mercado internacional de divisas. Há cerca de um ano que os mesmos deixaram de poder faze-lo com facilidade, pois vários bancos mundiais de primeira linha deixaram de ser correspondentes dos bancos angolanos, devido às fragilidades da supervisão nacional.

“Os bancos comerciais angolanos vão passer a seguir as normas de Basileia II e Basileia III, não só em termos de contabilidade e supervisão, mas tambémd e combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo, bem como de compliance [proteção do risco]”, revelou Valter Filipe.

O governador do BNA informou que Angola está a implementar um plano estratégico para que o sistema financeiro nacional passe a seguir as normas e práticas internacionais, nomeadamente as normas estabelecidas pelos reguladores americanos e europeus. Filipe acrescentou ainda que os bancos estatais do país estão ou vão entrar numa fase de profunda reestruturação. É o caso particular do BPC e, futuramente, do BCI.

Ele disse que o BNA já começou a providenciar todos os meses 600 milhões de dólares para que os bancos comerciais comecem a regularizar os seus atrasados, tendo essa dívida, que em março era estimada em 5 mil milhões de dólares, caído para cerca de metade. No primeiro trimestre do próximo ano, o BNA tenciona disponibilizar mil milhões de dólares para esse efeito.

Depois de revelar que as reservas angolanas atingem neste momento 20 mil milhões de dólares, Valter Filipe afirmou: - “Temos muitas reservas e temos elasticidade para fazer uma política cambial mais positiva”.

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