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El Nino afeta milhares em Timor-Leste

| Editoria Ambiente | 06/09/2016

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Mais de 120 mil pessoas continuam "severamente afetadas" pelo fenómeno climatérico El Niño, que se fez sentir em Timor-Leste em 2015 e este ano, e que provocou um corte significativo na produção de cereais e a morte de 70 mil animais.

Um balanço divulgado pelas Nações Unidas estima que o custo da perda de cabeças de gado e outros animais atingiu os 13 milhões de dólares com a produção média anual de cereais a cair de 162 mil toneladas (entre 2011 e 2014) para 129 mil toneladas no ano passado.

Este ano, estima o Ministério da Agricultura timorense, a produção poderá cair para apenas 70 mil toneladas, muito aquém do consumo anual de 258 mil toneladas o que, por isso deixa carências no país de 188 mil toneladas.

Os fenómenos El Niño são alterações de entre 12 e 18 meses na distribuição da temperatura da superfície da água do oceano Pacífico que têm efeitos na meteorologia da região.

Especialistas referem que o fenómeno de 2015 - um dos três maiores já registados - começou em maio do ano passado, com uma intensidade entre "moderada e forte", prolongando-se até ao início de 2016.

Este ponto da situação, que abrange o período entre abril e início de setembro deste ano, foi preparado pelo gabinete do Residente Coordenador das Nações Unidas em Timor-Leste.

A avaliação indica que o maior impacto se sente nas regiões de Lautem, Viqueque e Baucau, a leste e em Covalima, no sul da ilha, com alimentação, água, saneamento, saúde e nutrição a serem as prioridades no apoio necessário.

A chuva continua em níveis abaixo das médias históricas anuais, com o clima a levar a uma "queda significativa na produção", causando mais insegurança alimentar em famílias que já viviam situações vulneráveis.

Globalmente, nota a análise, há 400 mil pessoas afetadas das quais 120 mil "severamente afetadas"

A Organização Meteorológica Mundial refere que há uma probabilidade (entre 50 e 65%) de que no último trimestre deste ano Timor-Leste viva os efeitos de La Niña, um fenómeno inverso ao El Niño, com zonas que viveram seca a terem mais chuva do que o normal neste período.

Caso se confirme, notam as Nações Unidas, isso deixaria as comunidades afetadas pelo El Niño "em ainda maior risco".

Para responder à situação de emergência foram iniciados vários programas de assistência humanitária, quer pelo Governo timorense quer com o apoio de vários parceiros de desenvolvimento.

O executivo importou mais arroz subsidiado, que distribuiu a famílias mais vulneráveis, entregando ainda 219 toneladas de sementes, pesticidas e fertilizantes nas zonas mais afetadas.

Redação com agência

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