Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Agosto de 2019

ÁFRICA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA EM ÁFRICA, UMA BOMBA AO RETARDADOR

ÁFRICA

O PARADIGMA PARTICULAR DA DEMOGRAFIA VERSUS DESENVOLVIMENTO

ANGOLA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA UMA BOMBA DE EFEITO RETARDADO

EUROPA

O PESADELO DEMOGRÁFICO QUE ASSOMBRA A EUROPA

MOÇAMBIQUE

POR ALGUNS DÓLARES MAIS

MUNDO

MUDANÇAS CLIMÁTICAS PODEM ENGENDRAR “APARTHEID GLOBAL”

VENEZUELA

O CAPCIOSO RELATÓRIO BACHELET

ÁFRICA

RUMO A UMA ÁFRICA INTEGRADA E PRÓSPERA

Ambiente

8 de agosto marca este ano o consumo dos recursos do planeta

| Editoria Ambiente | 04/08/2016

-A / +A

Imprimir

-A / +A

A humanidade consumirá a totalidade dos recursos que o planeta é capaz de renovar num ano e passará a viver "a crédito" até 31 de dezembro - calculou a ONG Global Footprint Network, que recorda que esse momento chega cada ano mais cedo.

O dia 8 de agosto vai marcar para a Terra, neste ano, o "Earth Overshoot Day" (dia de passar do limite). A partir dessa data, "viveremos a crédito", anunciou a organização num comunicado conjunto com a ONG WWF.

A data "avança inexoravelmente desde os anos 1970" do século passado, afirmam as ONGs. Em 1970, esse dia chegou a 23 de Dezembro
DR

Para fazer o cálculo, a Global Footprint leva em conta a emissão de gases causadores do efeito estufa, os recursos consumidos pela pesca, pecuária e agricultura, assim como as construções e o uso de água.

Em 2015, o Earth Overshoot Day foi a 13 de Agosto. A data "avança inexoravelmente desde os anos 1970" do século passado, afirmam as ONGs. Em 1970, esse dia chegou a 23 de Dezembro e, desde então, não parou de ser adiantado.

"Para satisfazer as nossas necessidades, atualmente precisamos do equivalente a 1,6 planeta" por ano, disseram ambas as organizações.

"O custo desse consumo excessivo já é visível: escassez de água, desertificação, erosão do solo, queda da produtividade agrícola e das reservas de peixes, desmatamento, desaparecimento de espécies", aponta o comunicado.

"Viver a crédito só pode ser provisório, porque a natureza não é uma jazida, da qual podemos extrair recursos indefinidamente", afirmam.

As emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, são o maior fator desse excesso, visto que representam "60 por cento da nossa pegada ecológica global", afirmam a WWF e a Global Footprint.

Segundo o Relatório Anual sobre o Estado do Clima, de cuja elaboração participaram 450 cientistas do mundo todo, as emissões de gases causadores do efeito estufa atingiram níveis recordes em 2015.

Redação com agência

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade