Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Agosto de 2019

ÁFRICA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA EM ÁFRICA, UMA BOMBA AO RETARDADOR

ÁFRICA

O PARADIGMA PARTICULAR DA DEMOGRAFIA VERSUS DESENVOLVIMENTO

ANGOLA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA UMA BOMBA DE EFEITO RETARDADO

EUROPA

O PESADELO DEMOGRÁFICO QUE ASSOMBRA A EUROPA

MOÇAMBIQUE

POR ALGUNS DÓLARES MAIS

MUNDO

MUDANÇAS CLIMÁTICAS PODEM ENGENDRAR “APARTHEID GLOBAL”

VENEZUELA

O CAPCIOSO RELATÓRIO BACHELET

ÁFRICA

RUMO A UMA ÁFRICA INTEGRADA E PRÓSPERA

Ambiente

80% da população mundial afetada por poluição luminosa

| Editoria Ambiente | 29/06/2016

-A / +A

Imprimir

-A / +A

De acordo com o estudo The New World Atlas of Artificial Night Sky Brightness (Novo Atlas Mundial da Luminosidade Artificial do Céu Noturno, em tradução livre), publicado na revista Science Advances, oito em cada 10 pessoas vivem em zonas com poluição luminosa.

Chade, Madagáscar e RCA são os países menos atingidos por este fenómeno em todo o mundo
(DR)

Este fenómeno é provocado pelo excesso de luzes artificiais instaladas, sobretudo nas grandes cidades. Aí, a luz emitida por candeeiros, casas, arranha-céus, holofotes e outras fontes é responsável pela criação de uma aura luminosa artificial, que ofusca vários elementos (como a Via Láctea, por exemplo) – de outra maneira, e noutros locais, visíveis no céu. 

Singapura, Kuwait e Qatar são os três países onde o fenómeno se dá com maior intensidade. Já nos Estados Unidos e na Europa, cerca de 99% da população vive em espaços com poluição luminosa. No extremo oposto, Chade, Madagáscar e RCA são os países menos atingidos por este fenómeno. 

Christopher Kyba, um dos investigadores responsáveis por este novo Atlas, sublinhou numa entrevista à BBC alguns dos aspetos negativos da poluição luminosa. «Cerca de 14% da população mundial não usa a visão noturna (durante a noite). O céu é tão brilhante que usam a visão diurna para olhar para o céu», explicou, referindo as consequências nocivas deste tipo de poluição para a capacidade adaptativa da visão do ser humano. «23% dos europeus e 37% das pessoas nos Estados Unidos não usam a visão noturna. É um número enorme!»

A luminosidade excessiva tem também influência negativa na saúde humana, sendo responsável pelo desenvolvimento de problemas de sono e de outros distúrbios. «Existem inúmeras luzes nas ruas do mundo que não estão bem desenhadas. Iluminam zonas onde a luz não faz falta – como o céu, por exemplo. E isso não é útil nem bom para ninguém, disse ainda Kyba.

Redação

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade