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Economia

Quase metade da riqueza do mundo está nas mãos de 1% da população

| Editoria Economia | 08/06/2016

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Os milionários representam apenas 1% da população global, mas partilham perto de metade da riqueza privada mundial, de acordo com um relatório anual da empresa de consultoria Boston Consulting Group, publicado esta terça-feira.

A extrema concentração de riqueza é particularmente assinalável na América do Norte, onde os 60,4 biliões de dólares acumulados em fortunas privadas são detidos em 63% por milionários
(DR)

No total, 18,5 milhões de privilegiados detêm 47% da riqueza do mundo, acumulada em rendimentos, depósitos bancários ou títulos da bolsa. No seu conjunto representam 78,8 biliões de dólares – um pouco mais que o PIB mundial –, precisa o relatório.

Os Estados Unidos albergam o maior número de milionários, 8 milhões, seguidos pela China, com 2 milhões, mas é no Liechtenstein e na Suíça que, em proporção, estão mais presentes.

A extrema concentração de riqueza é particularmente assinalável na América do Norte, onde os 60,4 biliões de dólares acumulados em fortunas privadas são detidos em 63% por milionários. Esta proporção, a mais forte do mundo, deverá atingir 69% em 2020, segundo as previsões do BCG.

O relatório refere que o ano de 2015 registou um aumento da riqueza privada de «apenas» 5,2%, contra 7% em 2014, e em particular nos «mercados desenvolvidos», devido designadamente às turbulências financeiras, à instabilidade política e às sanções económicas.

Segundo o relatório, a riqueza acumulada nos centros offshore, que oferecem fraca fiscalidade e discrição aos não-residentes, progrediu por sua vez em 3% no espaço de um ano, para atingir perto de 10 biliões de dólares. A Suíça permanece o destino offshore privilegiado das grandes fortunas, à frente de Singapura e do Reino Unido.

O relatório prevê ainda que este setor continue a progredir nos próximos anos, apesar das «medidas de regulação destinadas a combater a evasão fiscal». A fuga de informação dos Panama Papers revelou a utilização em larga escala dos centros offshore para se escapar ao fisco, forçando diversas instituições internacionais a anunciar um novo plano para combater estas práticas.

Redação com Agência

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