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Mudanças climáticas entre maiores perigos para património mundial

| Editoria Ambiente | 27/05/2016

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Das estátuas da ilha da Páscoa, na Polinésia, à estátua da Liberdade, em Nova Iorque, as mudanças climáticas estão em vias de se tornar «um dos principais perigos» para o património mundial, indica um estudo divulgado esta quinta-feira. #IMAGE,#

Intitulado «Património mundial e turismo face às mudanças climáticas», o estudo foi realizado em conjunto pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) e a Organização Não Governamental norte-americana Union of Concerned Scientists (UCS).

O relatório – cujos resultados são alarmantes, segundo os cientistas – estudou 31 sítios naturais e culturais de 29 países, entre cerca de um milhar dos que se encontram inscritos na lista do património mundial da UNESCO.

«Todos os lugares estudados mostram já o impacto das mudanças climáticas», sublinhou Adam Markham, da UCS, um dos autores, acrescentando que o problema já existe «e vai agravar-se no futuro».

O degelo dos glaciares, a elevação do nível do mar, a multiplicação das secas severas e as fortes precipitações em vários pontos do mundo são alguns dos problemas que afetam o património e que estão a ter grande impacto em zonas turísticas.

É o caso de Veneza, em Itália, da estátua da Liberdade e do parque Yellowstone, ambos nos Estados Unidos, as ilhas Galápagos, no Equador, de Cartagena, na Colômbia, o parque nacional de Shiretoko, no Japão, a zona protegida de Wadi Rum, na Jordânia, e as lagoas da Nova Caledónia. Estes sítios foram escolhidos pelo estudo pela sua diversidade geográfica, mas «muitos outros são vulneráveis às mudanças climáticas», como a grande barreira de coral, na Austrália, o Monte-Saint-Michel ou os Alpes suíços.

Além das mudanças climáticas, outros fatores contribuem para degradar estes lugares, como «o número excessivo de turistas», as atividades mineiras ou a extensão da presença humana ao território das florestas ugandesas onde vivem gorilas.

Os investigadores alertam que, se aumentar o impacto negativo nestes lugares cuja economia vive em grande dependência do turismo, os resultados serão muito sérios para os respetivos países quer a nível ambiental, cultural, económico e social.

Tomar medidas para conter o aquecimento global «é de uma importância vital para proteger o património mundial», resume, no estudo, a diretora do Centro do Património Mundial, Mechtildd Rössler.

Redação com Agência

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