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Ambiente

ONU diz que tráfico ilegal de fauna e flora é feito à «escala industrial»

| Editoria Ambiente | 25/05/2016

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O tráfico ilegal de recursos naturais e de marfim está a ser feito à «escala industrial», resultando na extinção de espécies, alertou a ONU esta terça-feira, na apresentação de um relatório em Viena.

A ONU quer apostar na educação e na divulgação, desmentindo as alegadas propriedades medicinais ou afrodisíacas atribuídas a alguns recursos, como o corno de rinoceronte
(DR)

Segundo John Scanlon, secretário-geral da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestre (CITES), «o tráfico ilegal de espécies é um problema de natureza global e de escala industrial, levado a cabo por organizações criminosas transnacionais».

A declaração foi feita durante a apresentação do relatório sobre o tráfico ilegal de recursos naturais, apresentado por Yury Fedotov, diretor do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC, na sigla em inglês).

Sublinhando os efeitos negativos do crime – corrupção, instabilidade e violência –, Yury Fedotov disse ser preciso apoiar os países «vulneráveis» para estes se poderem desenvolver de maneira sustentável e, por outro lado, para se «reduzir a procura» deste tipo de produtos nos países compradores.

Nesse sentido, a ONU quer apostar na educação e na divulgação, desmentindo as alegadas propriedades medicinais ou afrodisíacas atribuídas a alguns recursos, como o corno de rinoceronte.

Num relatório a divulgar posteriormente, a ONU espera chegar ao valor monetário envolvido na prática destes crimes.

No documento divulgado esta terça-feira, a ONU apela para que os governos adotem medidas legislativas de criminalização do tráfico de fauna e flora, além de colaborarem com a UNODC na proteção das espécies ameaçadas.

Segundo a ONU, entre 1999 e 2015 foram feitas 164 mil apreensões de marfim, corno de rinoceronte ou madeiras tropicais, em 120 países.

Redação com Agência

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