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CPLP e Guiné Equatorial assinam acordo para criação de instituto

| Editoria Economia | 07/04/2016

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O governo da Guiné Equatorial e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) assinaram em Malabo um acordo para a criação do Instituto de Certificação e Formação.

O acordo vem fortalecer «os laços de cooperação e o clima de negócios entre a Guiné Equatorial e os países da CPLP»
(DR)

O vice-Presidente equato-guineense, Ignacio Milam Tang, disse que o acordo «se inscreve no âmbito da cooperação entre a República da Guiné Equatorial e a CPLP», indicou esta quarta-feira o departamento de Informação governamental na sua página da Internet.

O acordo vem fortalecer «os laços de cooperação e o clima de negócios entre a Guiné Equatorial e os países da CPLP», e, segundo Milam, «abrirá um mercado da CPLP com Portugal, na Europa; Brasil, na América; Timor-Leste, na Ásia; e em África, através de Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Moçambique».

O responsável adiantou igualmente que o acordo «capacitará os agricultores em todo o território nacional, através do Instituto de Certificação que se criou no âmbito deste acordo, com o aumento da produtividade e a criação de emprego, bem como com a realização de cursos de língua portuguesa como outro meio de comunicação».

«A criação imediata deste Instituto de Certificação e Formação servirá para certificar os produtos agrícolas do nosso país para o mercado internacional», concluiu.

A CPLP esteve representada na assinatura do acordo em Malabo pelo vice-presidente da Comissão Executiva e da Confederação de Empresários, Mário Costa.

A Guiné Equatorial é membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa desde julho de 2014.

Redação com Agência

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