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Política

Congo elege Presidente da República

| Editoria Política | 20/03/2016

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Denis Sassou N’guesso pode juntar este domingo mais um mandato aos 32 anos que leva no poder no Congo, nas eleições presidenciais em que participa depois de ter alterado a Constituição para poder concorrer.

Nas eleições de 2002 e 2009 o presidente cessante obteve 90% e 78% dos votos, respetivamente, em escrutínios boicotados pelos opositores
(DR)

Os eleitores, chamados às urnas para eleger o primeiro Presidente de uma nova república, instituída pela alteração da Constituição, podem escolher entre nove candidatos, mas Sassou N’guesso prometeu aos seus partidários uma vitória à primeira volta.

Nas eleições de 2002 e 2009 o presidente cessante obteve 90% e 78% dos votos, respetivamente, em escrutínios boicotados pelos opositores. Desde vez, após ter tentado em vão impedir a mudança da Constituição, a oposição decidiu na sua maioria participar nas eleições para escolher o Presidente do país, com 4,5 milhões de habitantes.

A nova lei fundamental, que acabou com a limitação dos dois mandatos presidenciais, entrou em vigor em novembro, após a sua aprovação por referendo, no que a oposição classificou como um «golpe de Estado constitucional».

Cinco candidatos assinaram um pacto eleitoral, comprometendo-se a apoiar na segunda volta quem de entre eles estiver melhor colocado para enfrentar o Presidente cessante.

O grupo inclui Guy-Brice Parfait Kolélas, André Okombi Salissa e a única mulher a candidatar-se, Claudine Munari (todos antigos ministros de Sassou Nguesso), Pascal Tsaty Mabiala, herdeiro político do presidente Pascal Lissouba (afastado do poder pelas armas em 1997 pelo atual chefe de Estado) e o general Jean-Marie Michel Mokoko, até há algumas semanas conselheiro do Presidente cessante.

Segundo estes candidatos, a «rejeição» do Presidente que dizem sentir no país é tão forte que Sassou N’guesso não conseguirá ganhar à primeira volta a não ser que faça batota.

Operadores recebem ordem para bloquear telecomunicações

As autoridades do Congo ordenaram um corte nas telecomunicações este domingo e amanhã, segunda-feira, para evitar a «publicação ilegal» de resultados, disse fonte governamental.

«Por razões de segurança, queiram bloquear todas as comunicações, incluindo SMS, nos dias 20 e 21 de março», pode ler-se numa carta enviada pelo ministro do Interior, Raymond Mboulou, aos operadores de telecomunicações.

Esta decisão «não constitui um entrave ao voto» e «não impede o acesso da oposição aos resultados»; tenta apenas evitar «a publicação ilegal de resultados», disse a fonte.

Redação com Agência

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