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O maior cemitério de lixo eletrónico do mundo

| Editoria Ambiente | 13/01/2016

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Em Acra, a capital do Gana, existe uma lixeira enorme, que reúne uma quantidade imensa de computadores estragados, televisões velhas ou telefones destruídos. Este é provavelmente o maior cemitério de eletrónicos de todo o mundo. E é também um dos locais mais poluídos do planeta. A história de Agbogbloshie (o nome deste local) é contada pela BBC.

Anualmente, chegam a esta lixeira em Acra milhares de toneladas de lixo eletrónico, vindo da Europa e da América do Norte
(DR)

Olhando em volta, detetam-se pequenos fogos, que resultam da queima dos aparelhos. O fumo é negro e espesso. Um pouco por todo o lado há também «catadores», que recolhem diversos equipamentos – como fios de cobre ou componentes para computadores. Pelo caminho, o plástico vai sendo queimado, o que agrava ainda mais a poluição do ar.

Anualmente, chegam a esta lixeira em Acra milhares de toneladas de lixo eletrónico, vindo da Europa e da América do Norte. E tudo se mantém como está porque este acaba por ser um negócio lucrativo para os ganenses. No país, cerca de 25% dos habitantes vivem abaixo do limiar da pobreza, e estas recolhas que se fazem na lixeira dão dinheiro (e por isso comida) a muita gente.

As toxinas libertadas pelo lixo e pelas queimas são nocivas, e estão lentamente a envenenar aqueles que ali trabalham, ou que residem nas proximidades. O solo e a atmosfera estão também gravemente poluídos. Mercúrio, chumbo, cádmio e arsénio são quatro substâncias muito tóxicas, e que existem em níveis elevadíssimos no local.

Só em 2016 o mundo produzirá 93 milhões de toneladas de lixo eletrónico. Quase todos os aparelhos acabarão depois em lixeiras gigantescas, como a de Acra ou outras, espalhadas por África e pela Ásia. Os países que compram e/ou vendem estes equipamentos raramente se preocupam com a sua reciclagem.

Redação

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