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Política

Oposição congolesa condiciona participação nas presidenciais

| Editoria Política | 29/12/2015

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A oposição congolesa, reunida no seio da Iniciativa para a Democracia no Congo (IDC) e da Frente Republicana para o Respeito da Ordem Constitucional e Alternância Democrática (FROCAD), condicionou a sua participação nas eleições presidenciais de 2016 a uma série de exigências, segundo uma declaração publicada no fim de semana em conferência de imprensa.

«Sassou Nguesso tem obrigação de se reunir com a classe política para decidir sobre o futuro do Congo»
(DR)

«Estamos disponíveis para participar nas próximas eleições presidenciais, desde que os critérios universais de preparação, organização e realização do escrutínio, bem como de proclamação dos resultados, estejam consensualmente reunidos», exigiu o coordenador da FROCAD, Pascal Tsaty Mabiala, igualmente secretário-geral da União Pan-africana para a Democracia Social (UPDS, principal partido da oposição no Congo).

Entre estes critérios figuram «uma comissão eleitoral independente reconhecida por todos, um ficheiro eleitoral fiável, previamente examinado com o apoio dos serviços de IFES e da Organização Internacional da Francofonia (OIF), cartões de eleitores biométricos, a identificação eletrónica dos eleitores e o boletim único», indicou a oposição.

«É impossível para o Presidente, cuja legalidade é posta em dúvida, baseando-nos na Constituição de 2002, que produz ainda os seus efeitos, e na Constituição de 2016, que ainda não foi inteiramente promulgada. O Presidente congolês, Sassou Nguesso, tem por isso obrigação de se reunir com a classe política para decidir sobre o futuro do Congo», defendeu.

Acrescentou que «o que eles devem decidir o mais cedo possível é como organizar as eleições presidenciais. Pois o recenseamento que foi feito em 2014 não deu um corpo eleitoral fiável que permita ir serenamente a uma eleição presidencial transparente, equitativa e credível».

«Vamos fazer propostas se, dentro de três meses, for possível ir às eleições presidenciais. Vamos testá-lo. É preciso provar que a comissão eleitoral independente está em condições de ocupar-se das eleições pré-eleitorais, eleitorais e pós-eleitorais. Se tudo isto for obtido dentro de três meses, então iremos a esta eleição. Mas eu posso dizer-lhes que isto é impossível», disse Tstaty Mabiala.

«Se o Presidente quiser interessar todos os congoleses por esta eleição, não se pode fazê-la de forma apressada. Isto quer dizer que ele quer manter-se no poder», concluiu o coordenador da FROCAD.

Redação com Agência

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