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Estudos

Os dez países africanos mais atrativos para o investimento direto estrangeiro em 2014

| Editoria Estudos | 18/03/2015

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A consultora Ernst & Young lançou no final de 2014 o sempre muito aguardado EY's Attractiveness Survey for Africa, um relatório que analisa a atratividade dos países africanos para o investimento direto estrangeiro (IDE), sendo um elemento-chave para analisar os níveis deste investimento e os seus principais destinos.


Em África, que a perceção comum vê como um mercado emergente, as estatísticas são sempre interessantes – e em 2014 o cenário não foi diferente.

A EY baseia as suas conclusões numa metodologia de dois passos, que tem em conta quer a realidade quer a perceção do IDE num respetivo país ou numa dada região, isto antes de chegar a conclusões, baseadas na perspetiva de um painel representativo de líderes de opinião e de decisores internacionais e locais.

Top 10 dos países africanos mais atrativos para o IDE em 2014

(Nota: os dados utilizados para a elaboração do relatório de 2014 são relativos a 2013.)

10. Uganda

O Uganda foi um dos dois estreantes no top 10 da EY, recebendo 21 projetos de IDE nas suas costas em 2013 (em 2012 foram 17).

O país é visto como um dos mais fortes pontos emergentes para o investimento estrageiro, e faz parte de um cluster de países cuja Taxa de Crescimento Anual Composta é de mais de 20% desde 2007.

9. Tanzânia

A Tânzania faz parte do referido cluster, apesar de em 2013 ter perdido terreno em relação a 2012, com uma redução de 25% nos projetos de IDE.

Os 24 que foram instalados em 2013 são ainda assim mais do que suficientes para manter o país nos escalões superiores para a comunidade de negócios global.

8. Zâmbia

A Zâmbia é o Segundo novo país da lista (a par do Uganda), e viu os projetos com este tipo de financiamento crescerem 31,6% em apenas um ano (2013).

Países como a Zâmbia são assinalados como as razões para o crescimento geral do IDE no continente, enquanto economias emergentes de alto crescimento.

7. Moçambique

Moçambique surge também nas contas da EY, tendo vindo a tornar-se uma presença constante nos radares dos investidores estrageiros nos últimos anos.

O rápido crescimento do país no setor do investimento resume-se pela passagem de 4 projetos por ano, em média, entre 2003 e 2007, para 33 projetos em 2013. Relativamente a 2012, a subida foi na ordem dos 32%. 

6. Marrocos

Marrocos é, dos países desta lista, aquele que viu a maior quebra em termos de projetos financiados por IDE de 2012 para 2013. E o país perdeu também quatro lugares nesta escala da EY – em 2012 estava no segundo lugar.

O «deslize» de Marrocos é indicador de uma tendência mais geral no IDE na África do Norte (que levou a Tunísia a desaparecer desta lista pela primeira vez).

5. Egito

É outro dos gigantes tombados da África do Norte: o Egito perdeu quase 27% em projetos de IDE de 2012 para 2013. Regressou assim a níveis ainda mais baixos do que a média entre 2003 e 2007.

A instabilidade política e social é largamente apontada como a principal causa para o afastamento dos investidores estrangeiros do norte do continente africano, mas há sinais de que a recuperação pode estar a caminho, talvez ao longo dos próximos dois anos.

4. Gana

Dono da maior subida percentual nesta lista entre 2012 e 2013, o Gana passou de 39 para 58 projetos no espaço de um ano. É uma das histórias de sucesso do continente.

Ao contrário do destino que parece ter tocado os países da África do Norte, a África Ocidental é agora vista como a área mais próspera do continente (exceção feita aos países afetados pelo ébola, que viram as suas economias sofrer um forte revés, do qual não recuperarão facilmente). Juntamente com o número 3 desta lista, o Gana está a batalhar como uma economia que consegue crescer além da sua abundância de recursos naturais, tendo na sua democracia estável um importante pilar.

3. Nigéria

No topo dos interesses do IDE na África Ocidental, segundo a EY, está, sem surpresas, o único país que consegue desafiar a economia sul-africana.

A Nigéria manteve o seu lugar no top 3 desta lista – apesar de uma pequena queda nos investimentos estrangeiros em 2013. O tamanho do país, por si só, assegura que este se manterá atrativo para os investidores nos próximos anos. 

2. Quénia

Entre as duas maiores economias de África (Nigéria e África do Sul), aparece nas contas da EY o Quénia. Foi o destino preferido para o IDE em 2013 na África Oriental, com 68 projetos.

Enquanto hub regional, o sucesso do país talvez não seja supreendente, e os analistas dizem que é precisamente por essa razão que o país é tão actractivo para os investidores.

Apenas com a Tanzânia na vizinhança, a África Oriental está largamente confiante na influência do Quénia, especialmente no que toca a atrair investimentos de outros países africanos.

1. África do Sul

No número deste top elaborado pela EY está a África do Sul, ainda amplamente considerada a economia mais influente do continente – e vista como a «porta de acesso» a toda a África, em geral.

Como consequência, a liderança de Joanesburgo neste top 10 está de facto a consolidar-se e a aumentar, enquanto as tendências nas restantes posições variam ano a ano, sobretudo entre o Ocidente e o Norte de África.

A consistência sul-africana é apelativa para os investidores estrangeiros, e tradicionalmente faz do país o primeiro destino daqueles que querem entrar no mercado africano, apesar do crescente sucesso dos restantes países presentes nesta lista da EY.

Para fechar, é importante deixar uma nota globalmente otimista: o panorama do investimento estrangeiro em África está a ultrapassar o de países como a Índia, o Brasil, a Rússia ou até a China (isto em termos de taxa de crescimento de novos projetos de IDE).

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